Quanto já te custou a falta de cumprimento das regras?


Faço essa pergunta para os CEOs e dono de empresas que encontro.

O que se perceba é empresas que quando não conseguem atingir resultados procuram prime

iro investir em processos e software.

A culpa sempre é da falta de recursos (financeiro, tempo, TI, espaço, processos, etc...)!

Aí, gosto de fazê-los olhar para startups que começaram de zero que não tinham recursos, mas onde seu principal ativo era o capital humano.

Obvio que se a atividade da empresa é produtiva será fundamental ter boas maquinas e processos “azeitados” para ter performance.

Não haverá performance sem um alinhamento entre as pessoas e equipes, por melhor software ou processo que se tenha.

Nossa experiência nos levou a perceber que tudo começa por definir claramente a cultura da empresa. Esta cultura deve ser co-construída entre os acionistas e o board executivo. Este é o primeiro alinhamento a ser feito. A partir disso pode se desenhar um planejamento estratégico integro com o real propósito, visão, missão, ambição, valores e competências definidos pelos dirigentes da empresa.

Só que estas definições e planejamento não pode ficar na “teoria” e precisa ser aplicado e vivenciado, entrar no “DNA” de todos os colaboradores.

A segunda etapa é, portanto, um trabalho de disseminação da cultura. Mas não basta comunicar e fazer endomarketing para que funciona! Em todos os projetos que realizamos, notamos que é fundamental ajudar as pessoas a se conhecer melhor para entender onde elas possam e devem se adaptar para acompanhar a linha cultural traçada pela empresa. Dependendo do tamanho da empresa, realizamos team building que inclua um assessment com uma devolutiva individual e personalizada. Neste momento o objetivo é duplo: ajudar as pessoas a se encontrar com elas mesma e perceber que nem todos pensam ou funcionam iguais a elas. Geralmente esta etapa do projeto se torna um “divisor de água” na empresa. A comunicação e tolerância interpessoal melhor significativamente de forma imediata. Em 100% dos projetos as pessoas saem correndo da devolutiva para “trocar figurinhas” com os colegas para dividir seus resultados e conhecer os dos outros. Esta troca é fundamental no passo de uma gestão de mudança de cultura

Para garantir a disseminação é importante que toda cultura da empresa se traduz em comportamentos concretos e mensuráveis.

Estes comportamentos se tornam os “mandamentos” da empresa, ou o “jeito de ser” para se “dar bem” na empresa.

Neste momento realizamos pequenos workshops com os lideres e suas respectivas equipas para juntos, enxergar como aplicar os comportamentos dentro da rotina deles. Esta aplicação dos comportamentos deve ser personalizada a cada equipe e não existe padrão para todos. É fundamental que cada um possa ver claramente onde, quando e como vai vivenciar cada comportamento no seu dia a dia.

Recomendamos que estes comportamentos sejam incluídos na avaliação de desempenho da empresa e que a partir da leitura deles se demonstre as competências e a aderência aos valores da empresa.

Hoje, criamos uma metodologia chamada “APPLICABILITY – Integridade Aplicada” que reuniu todas as nossas experiencias, casos de sucessos e fracassos para garantir que aquilo que seja definido pela empresa seja seguido.

Agora pergunto:

Qual é o valor de poder estar tranquilo e poder se dedicar ao que se faz de melhor para crescer e se desenvolver, tendo a certeza que o planejamento e as regras definidos estão sendo seguidos?

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